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quinta-feira , 19 maio 2022
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Adolescentes bolivianas achadas em situação de escravidão eram obrigadas a trabalhar: ‘Proibidas de sair’, diz delegado

 três adolescentes bolivianas que foram encontradas em Bady Bassitt (SP) em situação análoga à escravidão estavam em condições insalubres, segundo a Polícia Federal. As meninas, com idades entre 16 e 17 anos, estavam na cidade a trabalho, onde atuavam em uma confecção.

Segundo a PF, as adolescentes resgatadas na quarta-feira (10) contaram que não podiam sair do local e que não recebiam pelo trabalho.

“Foi constatada a situação insalubre, a condição de trabalho forçado. Colhemos elementos que elas eram proibidas de sair do local”, afirma Gustavo Andrade de Carvalho Gomes, delegado da PF em São José do Rio Preto (SP).

“Identificamos também outras pessoas, maiores, estrangeiras, que estão regulares no Brasil. Mas só as três menores relataram a situação de privação de liberdade, obrigação de trabalhar, não recebimento pelo trabalho e no local.”

Em um vídeo, é possível ver que diversas máquinas de costura foram instaladas no imóvel. O tamanho da residência, a precariedade e a sujeira também chamam a atenção.

O caso foi descoberto depois que uma das adolescentes conseguiu fugir e procurou o Conselho Tutelar de Bady Bassitt. As polícias civil, militar e federal foram acionadas e fizeram o resgate. Além das meninas, seis crianças estavam no imóvel.

O juiz da Vara da Infância e Juventude de São José do Rio Preto (SP), Evandro Pelarin, determinou na tarde desta quinta-feira (11) que as crianças sejam levadas para uma Casa de Proteção.

Uma conselheira tutelar relatou ao juiz que as crianças eram maltratadas pelas mães. Uma das adolescentes resgatadas está grávida, mas não contou quem é o pai da criança.

Ainda de acordo com a Polícia Federal, um boliviano de 35 anos foi preso suspeito de manter as vítimas em situação análoga à escravidão. Elas foram trazidas para o Brasil de forma irregular e não possuem autorização para permanecerem no país.

Fonte: G1

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