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quarta-feira , 18 maio 2022
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Queimada de grandes proporções consumiu 13 quilômetros de vegetação em ilha de Castilho

Treze quilômetros de vegetação foram destruídos pela queimada de grandes proporções que atingiu uma ilha localizada entre Castilho (SP) e Três Lagoas (MS). A suspeita é de que um raio tenha iniciado o incêndio.

De acordo com o Corpo de Bombeiros de Andradina (SP), as chamas começaram no final da tarde de domingo (26) e foram controladas na madrugada desta terça-feira (28).

Além de brigadistas, um avião da Companhia de Energia Elétrica de São Paulo (CESP) ajudou a combater as labaredas, que se alastraram rapidamente por conta do vento.

“A gente estava ansioso para chegar nessa região, principalmente por causa da biodiversidade que existe. Foi uma surpresa. Viemos pela margem direita da ilha. O que não estava pegando fogo, estava queimado. Vimos vários grupos de macacos e aves fugindo do fogo. Foi bem triste”, diz o biólogo Giuliano Menegale, que é integrante do projeto “Travessia do Bem”.

Segundo a professora do departamento de biologia da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Ilha Solteira (SP), a queimada pode trazer consequências irreversíveis.

“A recuperação ambiental vai depender de muitas características. Existem diferentes tipos de fogo. Alguns são mais rápidos, outros mais lentos. Dependendo da característica, o ambiente pode vir a se recuperar mais rapidamente ou lentamente”, diz.

A Ilha Comprida fica no meio do Rio Paraná, na divisa com o Mato Grosso do Sul, em um trecho que faz parte do reservatório da Usina Hidrelétrica de Porto Primavera.

Ela possui cerca de 19 quilômetros de extensão e é responsável por abrigar diversas espécies de animais e árvores.

Em 2019, a ilha também foi atingida por uma queimada de grandes proporções. Na época, um pescador flagrou um veado nadando no Rio Paraná para fugir das labaredas.

Em nota, a Companhia Energética de São Paulo (CESP) informou que, além da brigada de combate à incêndios florestais e o apoio aéreo de aeronaves de combate, executa diversas ações preventivas durante o ano, incluindo atividades voltadas para a manutenção e preservação de 67 mil hectares de áreas naturais ao longo das margens do reservatório da Usina Hidrelétrica de Porto Primavera.

Fonte: G1

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