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quarta-feira , 18 maio 2022
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Presidiários suspeitos de massacre no AM retornam para sistema prisional do estado

Treze detentos suspeitos de envolvimento no massacre ocorrido em 2019 em cadeias de Manaus retornaram para o sistema prisional do estado nesta quarta-feira (11). De acordo com a Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap), eles estavam em uma unidade Federal fora do Amazonas.

O governo informou que solicitou a permanência desses detentos em regime federal. Entretanto, foi negado pela Justiça.

Os presidiários desembarcaram por volta das 14h30 no Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, escoltados pela equipe do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP).

Os 13 presidiários serão encaminhados para a Central de Recebimento e Triagem (CRT) para os procedimentos de identificação. Em seguida, levados para o Instituto Penal Antônio Trindade (Ipat), onde irão ficar isolados durante 15 dias como medida preventiva contra o coronavírus.

Entre os detentos que retornam estão Clemilson Santos Farias, apontado como líder de uma facção criminosa que atua no Amazonas e ligado a diversos homicídios em Manaus, e Florêncio Nascimento Barros, que já havia sido citado no massacre em 2017.

Também está na lista Márcio Ramalho Diogo, condenado por tentativas de homicídio contra nove policiais federais e por porte ilegal de arma de fogo de uso restrito. Também conhecido como “Garrote”, ele foi denunciado pelo Ministério Público Federal (MPF) depois de atirar contra policiais em missão de patrulhamento fluvial no rio Negro, em Manaus (AM). Ele também é apontado como um dos responsáveis diretos do massacre de 55 detentos em 2017 no Amazonas.

Fonte: G1

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