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quinta-feira , 8 outubro 2020
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Em ano de pandemia, Sala das Promessas da Basílica expõe itens relacionados à cura da Covid-19

“Eu venci a Covid”. Essa frase está impressa em um papel que foi entregue na Sala das Promessas da Basílica de Aparecida. A mensagem, acompanhada de um coração, está exposta em uma das alas do espaço, que é destinado para os fiéis entregarem objetos relacionados a alguma graça alcançada.

Além de mensagens e fotos de agradecimentos, algumas máscaras também foram entregues como símbolo da cura da Covid-19 que foi alcançada e credita à Nossa Senhora Aparecida.

De acordo com funcionários que recebem os itens na Sala das Promessas, desde o início da pandemia é frequente a chegada de objetos, mensagens ou fotos relacionadas à doença.

Emprego

Além de itens relacionado à doença, os responsáveis pela Sala das Promessas também notaram que aumentou o número de carteiras de trabalho de cera que têm sido entregues. Um dos reflexos da pandemia foi o emprego.

As carteiras de trabalho de cera são para simbolizar um emprego alcançado ou para pedir a intercessão de Nossa Senhora Aparecida. O G1 esteve no local no fim de uma manhã e somente nesse período do dia já tinham sido entregues 12 carteiras de trabalho de cera.

A fé

 

O padre José Ulysses da Silva, porta-voz do Santuário Nacional, destaca que, embora a Basílica oriente as pessoas a evitarem se deslocarem a Aparecida neste momento de pandemia, muitos fiéis sentem a necessidade de vir ao local para agradecer ou pedir.

“Esse Santuário tem duas características muito interessantes na piedade e na fé do nosso povo. Primeiramente, de gratidão. As pessoas vêm para agradecer. Depois, é um Santuário de esperança. As pessoas vêm renovar a esperança de conseguir algo. A gente percebe que, nesse momento, seja a questão da Covid. Eu mesmo tive um primo que ficou entubado, que conseguiu superar. O primeiro lugar que pensou foi em Aparecida. Ou seja, no momento de fragilização, a pessoa percebe que ela não tem essa autonomia que gostaria de ter, essa segurança. De repente, ela percebe que precisa recorrer a algo mais”, disse.

“Uma consequência imediata do coronavírus foi o desemprego em massa. Mais ainda, você imagina essa cidade de Aparecida que depende inteiramente dos peregrinos para ter uma economia. Sei que há famílias sofrendo. Então, elas vêm aqui pedir. Ela deixa aqui como um sinal para Nossa Senhora. Como se falasse: “venho aqui para lembrar que estou precisando de um emprego”. Às vezes, acontece algumas coisas que a gente mesmo fica admirado. A pessoa chega aqui, faz uma oração à Nossa Senhora e, quando está saindo, vem um chamado no celular dela pedindo se pode se apresentar em tal lugar. Esse mistério da relação do ser humano e do amor de Nossa Senhora à mãe de Jesus, como intercessora, isso faz parte dessa devoção popular”, acrescentou Ulysses da Silva.7

Fonte: G1

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