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terça-feira , 21 julho 2020
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Asian women 40s years old is a patient relative taking care of the CRE. or VRE. infected elder patient 80s years old on patient bed in intensive care unit (ICU.) room at hospital.

Fisioterapia adota posicionamentos funcionais aliado ao tratamento de COVID-19

A Santa Casa de Votuporanga realiza um tratamento multidisciplinar contra o Coronavírus (COVID-19). A Instituição tem apostado em uma técnica de fisioterapia simples, mas capaz de melhorar a função dos pulmões dos assistidos.
Nas Unidades de Terapia Intensiva (UTI) e na enfermaria específicas para tratamento da patologia, os pacientes estão ficando em rodízio de posicionamentos corporais, estando por um tempo deitados sobre o peito e com o rosto para baixo, também conhecida como posição de bruços nos leitos. Esse método chamado Prona tem beneficiado aqueles acometidos por insuficiência respiratória.
O procedimento foi recomendado, em março, pela Organização Mundial da Saúde (OMS) para pacientes com o novo vírus em Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) e é utilizada, desde os anos 1970, com maior expansão a partir de meados da década de 1980.  “Desde o primeiro assistido com característica grave e necessidade de ventilação mecânica no Hospital, estamos utilizando a técnica de Prona na UTI. Nas enfermarias, iniciamos em maio, após criteriosa análise dos benefícios para aqueles que estão em respiração espontânea”, explicou a coordenadora de Fisioterapia, Fernanda Menezes.
O protocolo é realizado por uma equipe composta por um fisioterapeuta, um médico e três profissionais de enfermagem.  Para a realização da manobra, é necessária muita capacitação para realizar com exatidão todos os procedimentos. “Estamos em treinamento constante. A técnica exige habilidade e exatidão, pois falhas devem ser minimizadas”, ressaltou a supervisora de Fisioterapia, Emília Rodrigues de Faria e Ferreira.
A Prona surte efeito aplicado de forma precoce (nas primeiras 48 horas de insuficiência respiratória) melhorando a condição do paciente e, consequentemente, reduzindo a taxa de mortalidade. “Os pulmões são muito acometidos pela COVID-19.  No método (de bruços), há melhora na captação e distribuição de oxigênio pelo parênquima pulmonar, reduzindo assim, uma das condições mais prevalentes nos pacientes com a doença: a hipoxemia. Também facilita a abertura de alvéolos que não participavam da respiração em posição supina (dorso), proporcionando melhores trocas gasosas”, finalizou.

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