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terça-feira , 17 março 2020
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Vereador é preso durante operação contra fraude em vestibulares na região

Um vereador de Murutinga do Sul (SP) foi preso nesta sexta-feira (12) pela Polícia Civil durante uma operação contra fraude em vestibulares para cursos de medicina.

O vereador Adeilto de Oliveira foi preso temporariamente. De acordo com a polícia, ele é irmão do homem suspeito de ser o líder do esquema, mas a participação do vereador ainda não foi revelada pela polícia.

Adeilto foi preso durante a operação “Asclépio”, deflagrada nesta sexta, que foi conduzida em parceria com o Ministério Público e a Polícia Civil em Presidente Prudente (SP). O objetivo da operação é combater uma organização criminosa que “vendia vagas” em universidades. No total, 17 pessoas foram presas.

A investigação também apontou que um grupo de pessoas ligadas à Universidade Brasil, que possui faculdade de Medicina em Fernandópolis (SP), também estaria no esquema.

Duas pessoas foram presas temporariamente em Fernandópolis, mas segundo a polícia elas não trabalhavam na universidade e, sim, faziam parte da quadrilha. A polícia diz que, essas pessoas eram consideradas integrantes desta organização criminosa.

TV TEM procurou a Universidade Brasil, que ainda não se pronunciou. A defesa do vereador também não foi localizada.

Esquema

Segundo a Polícia Civil, as investigações começaram após apuração de denúncia de um eventual esquema de fraude no vestibular para medicina da Fundação Educacional do Município de Assis (FEMA), em abril de 2017.

A polícia informou que a direção da unidade descobriu que “terceiras pessoas” haviam se passado por cinco candidatos e feito as provas.

A Vunesp, organizadora do vestibular, ainda de acordo com a Polícia Civil, constatou “inconsistências” nas identificações datiloscópicas, assinaturas nas folhas de respostas e nas imagens captadas dos candidatos aprovados – em comparação com alunos matriculados no curso.

De acordo com a investigação, o articulador do esquema cobrava entre R$ 80 mil e R$ 120 mil por vaga – negociados de forma parcelada ou até mediante permuta de bens e imóveis.

A polícia diz que, por conta do alto número de alunos, só os familiares do articulador do esquema não teriam condições de atender toda a “oferta de vagas” em universidades particulares e a procura de interessados. (G1)

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