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terça-feira , 17 março 2020
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Suspeito de matar a ex-mulher se passava por ela no WhatsApp para enganar família

Rio Preto- O homem suspeito de termatado por estrangulamento a ex-mulher, a enfermeira Juliana Landin Simão, de 37 anos, se passou pela vítima durante conversas com familiares pelo WhatsApp para tentar esconder o desaparecimento dela.

Segundo a irmã da vítima, Fabiana Landin Lopes, Juliana não atendia o telefone e só respondia por mensagens. “A gente entrava em contato com ela, ligava e ela não atendia, eu insistia e a resposta que dava para mim e para mãe era pelo WhatsApp. O telefone dela estava com ele. Acho que era ele que respondia por ela”, afirma a irmã.

O corpo da vítima, encontrado na sexta-feira (18), no apartamento dela, em São José do Rio Preto (SP), foi enterrado na manhã deste sábado (19), em Nova Granada (SP). A polícia acredita que pelo estado em que o corpo foi encontrado, a enfermeira estava morta há dias.

O ex-marido Cícero Weldo Gomes foi preso no município de Buíque (PE), mais de dois mil quilômetros de Rio Preto, também na sexta-feira. Ele foi encontrado no carro do casal, que utilizou para fugir, com placas de Rio Preto.

O corpo de Juliana foi encontrado no apartamento onde morava, no segundo andar de um prédio no bairro São Manoel. Segundo a polícia, ela foi estrangulada até a morte com uma abraçadeira de nylon, conhecida como enforca gato.

O corpo só foi encontrado porque a vítima era enfermeira e, como não apareceu para trabalhar, os parentes acharam estranho o sumiço. “A supervisora dela me disse que ela não foi trabalhar há vários dias, liguei para minha família e disse para irem até a casa dela e estourar a porta. Eles arrebentaram e encontraram o corpo”, diz a irmã.

egundo a polícia, o ex-marido da enfermeira não aceitava a separação do relacionamento de sete anos. Eles têm uma filha de 6 anos, que está passando as férias na casa dos avôs, em Nova Granada.

Segundo a irmã, o ex-marido Cícero ainda dormia no apartamento dela, mas Juliana tinha dado um prazo para ele sair do imóvel.

“Ele não era agressivo, não sei se depois ficou e ela nunca me disse. Ela estava em processo de divórcio, já tinha o divórcio e ela deu prazo de três meses para ele sair de casa e ele não queria sair, não aceitava”, afirma.

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