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sexta-feira , 29 janeiro 2021
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Condenado por receptação de objetos da jovem morta ao oferecer carona pelo WhatsApp é preso em Rio Preto

Wander Luís Cunha foi condenado de ser o receptador dos pertences que foram roubados da vítima na época do crime. Ele é primo de Jonathan Pereira Prado, condenado de matar a jovem.

Segundo a Polícia Militar, Wander foi localizado na casa dele, no Jardim Maria Lúcia, zona norte da cidade. Ele foi preso na época do crime, mas em agosto deste ano a Justiça de Minas Gerais determinou a soltura. Em setembro, um novo mandado de prisão foi expedido e, a partir disso, como não foi encontrado, Wander era considerado foragido.

O homem foi encaminhado à Delegacia de Investigações Gerais (DIG) e na sexta-feira (19) será levado a um presídio da região.

Condenação

Em setembro deste ano, Jonathan Pereira do Prado foi condenado a mais de 45 anos de prisão pela morte de Kelly em uma sentença proferida pelo juiz Gustavo Moreira.

Segundo o Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), o réu foi condenado por latrocínio, ocultação de cadáver, estupro e fraude processual. Serão 42 anos, 11 meses e sete dias de reclusão em regime fechado e a mais dois anos, 11 meses e sete dias em regime semiaberto.

Os outros dois envolvidos no crime –Daniel Theodoro da Silva e Wander Luís Cunha – acusados de receptar os objetos roubados da vítima tiveram a liberdade concedida pelo Judiciário.

No entanto, também em setembro, Wander foi condenado a dois anos e seis meses de reclusão em regime fechado e a outros dois anos e oito meses de detenção no semiaberto. Já Daniel foi condenado a três anos, quatro meses e oito dias de prisão e segue foragido.

Entenda o caso

Kelly Cadamuro era estudante de radiologia e desapareceu no dia 1º de novembro de 2017 depois de sair de São José do Rio Preto (SP) com destino a Itapagipe (MG), para encontrar com o namorado.

Os familiares da vítima relataram que ela participava de um grupo de carona no WhatsApp e tinha combinado de levar um casal para a cidade mineira. Mas, no momento da viagem, o suspeito Jonathan disse que a namorada desistiu e iria apenas ele.

O circuito de segurança de uma praça de pedágio registrou imagens da jovem passando pelo local dirigindo. Mais tarde, o carro retorna, mas é o homem quem aparece ao volante.

A polícia encontrou o carro de Kelly abandonado e sem as quatro rodas, o rádio e o estepe em uma estrada rural entre São José do Rio Preto e Mirassol (SP).

Dois dias após o fato, três suspeitos foram presos, entre eles Jonathan Pereira. Em depoimento à polícia, ele admitiu ter feito uso do aplicativo para armar o crime e que esperou chegar até um trecho sem movimento da rodovia para pedir que a motorista parasse o carro para ele urinar. A vítima estacionou e ele começou a dar socos no rosto dela.

Durante as investigações Jonathan contou que a vítima teve os braços amarrados por uma corda e foi arrastada. Segundo o delegado responsável pelo caso, ele premeditou crime.

O corpo da jovem foi encontrado em um córrego entre Itapagipe e Frutal, sem a calça e com a cabeça mergulhada na água. A declaração de óbito apontou que ela foi vítima de asfixia e estrangulamento.

(G1)

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