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sexta-feira , 20 março 2020
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PF vai abrir inquérito para investigar mais suspeitos em desvio da prefeitura de Jales

Jales –  A Polícia Federal deve abrir um novo inquérito para apurar o envolvimento de mais suspeitos de participar do desvio de mais de R$ 5 milhões da prefeitura de Jales (SP). Quatro pessoas estão presas pela Operação Farra do Tesouro, entre elas a ex-tesoureira do município, Érica Cristina Carpi Oliveira.

Segundo a Polícia Federal, o próprio prefeito da cidade, Flávio Prandi (DEM), deve fazer parte da investigação, que vai incluir servidores de diversas áreas da prefeitura e também ex-prefeitos.

Prandi disse que vai continuar colaborando com as investigações da Polícia Federal.

“A questão de negligência está clara que existiu e vamos também concentrar esforços para ver se houve participação dolosa de novos envolvidos e se aqueles que participaram receberam algum benefício”, afirma o delegado Cristiano Pádua.

O atual inquérito, que deve ser concluído nesta terça-feira (14), será apresentado ao Ministério Público e o órgão terá cinco dias para definir a denúncia de Érica, do marido dela Roberto Santos Oliveira, da irmã Simone Carpi Brandt e do cunhado, Marlon Brandt, que estão presos desde 31 de julho.

De acordo com o delegado da PF, Cristiano Pádua da Silva, a família usou dinheiro público da educação, e principalmente da saúde, para bancar uma vida de luxo, como a construção de uma chácara de luxo na zona rural de Jales.

Imagens de dentro do imóvel mostram que a “Estância Felicidade” conta com área gourmet, móveis e eletrodomésticos de luxo, piscina e palmeiras no jardim. A estimativa da PF é de que a ex-diretora financeira da prefeitura possa ter desviado até R$ 10 milhões das contas públicas em 10 anos.

“Difícil encontrar um imóvel no mesmo padrão em Jales. Tudo com recursos públicos. Desviaram um valor absurdo de, em média, R$ 100 mil por mês”, afirma o delegado.

No primeiro depoimento à PF, Érica confirmou que fazia os desvios desde 2008. O dinheiro, segundo a polícia, ia direto para contas da ex-servidora e até para as empresas do marido, que abriu três lojas de roupas e calçados.

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