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domingo , 22 julho 2018
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‘Minha ideia de Copa do Mundo’ – Leia a coluna Boleiragem, de Leonardo Caporalini

Às vezes, ouço das pessoas que sou louco por futebol. Dizem que eu o coloco como prioridade e deixo de lado coisas que eu realmente deveria me importar. Amar futebol? Perda de tempo. Ame o seu Deus, sua família, seus amigos, agora futebol? Piada.

O que eu tento explicar, mas sinto que não sou compreendido, é que sim, dá para amar tudo isso e ainda ter essa paixão pelo esporte. Claro que eu consigo priorizar algo sem ser o futebol… Mas não em período de Copa do Mundo. Agora que começou, me aguente. A Copa tem o poder de transformar nações devastadas por políticos bandidos, catástrofes naturais, violência e outros problemas, em povos unidos por uma só causa: O título de sua seleção.

O hino nacional tem outro peso e é cantado com mais entusiasmo pelos torcedores. Lembram como foi na Copa de 2014? Foi fantástico. Com essa minha paixão pelo futebol, várias vezes já vi e revi, vídeos antigos da seleção brasileira comemorando títulos e conquistas. Não estava em 1958, quando Bellini levantou a taça Jules Rimet, mas senti a emoção de conquistar o mundo pela primeira vez. Não presenciei o bicampeonato da seleção em 1962, mas me emocionei com as “pernas tortas” de Mané Garrincha, ludibriando os adversários… pobres coitados.

Em 1970, minha mãe não havia nem nascido, mas quando o rei do futebol, Pelé, subiu mais que a zaga inteira da Itália, para marcar um dos gols do tricampeonato, eu subi e comemorei junto. Em 1994, gritei “É tetra” com o Galvão Bueno, mesmo quando a medicina jurava para os meus pais que por conta de complicações de saúde, minha não podia ter filhos.

Em 2002, calando a boca dos cépticos, lá estava eu, com um ano e meio de vida. Vim para o mundo desacreditado, assim como Ronaldo naquela Copa. Não lembro, mas minha família jura que eu dei uma longa gargalhada depois da falha de Oliver Kahn. A Copa é atemporal e infinita.

Os próximos 32 dias serão eternizados e os jogadores idolatrados. E quem vier me falar de “situação política” do Brasil, falar que vai torcer para a Argentina, Alemanha ou outra seleção, ou até mesmo dizer que isso é “só futebol”, favor, aguentar as consequências. Eu ouvi dizer que a bandeira do Brasil, mesmo com dificuldade, passa pelas cavidades da garganta.

 

LEONARDO CAPORALINI – BOLEIRAGEM

Bem, a partir de agora aqui na Gazeta de Votuporanga, começa a coluna “Boleiragem”, que vai falar dos mais importantes assuntos do futebol no mundo, desde a nossa Votuporanguense até aos maiores clubes Europeus. (Minúsculos perto do CAV). Então, sob o comando de Leonardo Caporalini (no caso eu, o Léo) começa o Boleiragem, a irreverente informação do futebol pelo mundo.

 

APOIO – CAPORALINI MODAS – RUA CEARÁ 3467, VOTUPORANGA – (17) 99118-9914

 

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