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terça-feira , 17 março 2020
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Espaço Rock X – ‘Guerra Infinita’ é o eletrizante auge da era heroica nos cinemas

Mundo – Quem assistir a “Vingadores: Guerra Infinita” a partir desta quinta-feira (26) no Brasil dificilmente não será surpreendido. Mesmo que a conclusão – em partes – de uma história que a Marvel constrói há 10 anos nos cinemas não dê conta do recado, a habilidade que os estúdios da editora têm em contar uma história coesa e com sentimentos entre tantas batalhas e explosões é notável.

Os irmãos Anthony e Joseph Russo já haviam mostrado que sabem unir diferentes histórias em “Capitão América: Guerra Civil” (2016), mas provam agora que refinaram suas habilidades com o tempo. Afinal, conseguem um resultado muito superior neste terceiro “Vingadores”, no qual o desafio era infinitamente maior.

Isso porque, dessa vez, não são apenas os integrantes da super-equipe – como Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), Thor (Chris Hemsworth) ou Capitão América (Chris Evans) – que dão as caras. Com a presença de quase todos os heróis da Marvel nos cinemas, incluindo os Guardiões da Galáxia, a ação se espalha por quase todo o universo.

Eles unem forças para impedir – ou tentar, pelo menos – que o titã Thanos (Josh Brolin), articulador por trás de diversos vilões em filmes desde o primeiro “Vingadores” (2012), finalmente consiga seu objetivo de coletar artefatos poderosos para erradicar metade de toda a existência.

Com isso em mente, é bom lembrar desde o começo: ninguém está seguro.

Chris Pratt, Robert Downey Jr. e Dave Bautista em cena de 'Vingadores: Guerra Infinita' (Foto: Reprodução/Marvel Entertainment)

Sem desvios

Chris Pratt, responsável por dar vida ao Senhor das Estrelas mais uma vez, acerta quando diz que “Guerra Infinita” não seria possível sem as outras 18 produções que o antecederam. O filme vai direto ao ponto desde o começo, e não perde tempo com introduções desnecessárias.

Isso significa que também não há grandes contextualizações. Apesar de uma breve explicação sobre as Joias do Infinito, quem não teve tempo para assistir aos títulos mais recentes da editora vai sofrer bastante para acompanhar o enredo, que já começa em alta velocidade.

Mesmo com duas horas e meia de duração, a história parece enxuta, com pequenos desvios apenas para entregar um pouco do humor que tornou a franquia tão conhecida – mas sem exageros.

E há ação suficiente, proporcionada principalmente pelos lacaios de elite de Thanos, para que quase todos os mocinhos provem que merecem estar entre os “heróis mais poderosos da Terra”.

Vilão com coração

Falando dessa forma pode parecer que o vilão é apenas mais um em uma longa lista de inimigos de filmes de super-heróis, que apenas querem destruir tudo sem explicar muito seus motivos. Mas o roteiro, e a bela atuação de Brolin, conseguem dar um coração para o titã.

E se o objetivo do gigante púrpura é dar equilíbrio para o universo, Thor serve como principal contrapeso às suas emoções. Em “Guerra Infinita”, o deus do trovão finalmente conquista uma posição entre os três grandes da Marvel nos cinemas, ao lado de Tony Stark e Steve Rogers, ao passar pelo maior arco que o personagem já enfrentou.

Com tudo isso, é difícil explicar como o filme não pode ser considerado exatamente o encerramento que o elenco promete desde seu anúncio sem recorrer a spoilers. Basta lembrar que um “Vingadores 4” já está pronto, estreia em 2019, e tinha sido originalmente planejado como um “Parte 2”.

“Guerra Infinita” revoluciona o universo da Marvel nos cinemas, mesmo que não revolucione o mundo. Serve como o fim chocante de uma história de uma década sem ser um adeus. Prova que mesmo um mega evento como esses pode, sim, ter sentimentos. E não é um marco na história da arte, mas é um grande filme. E, às vezes, isso basta.

OFERECIMENTO: ROCK X

RUA ITACOLOMI, 3671 – VOTUPORANGA – (17) 3423-6197

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