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terça-feira , 17 março 2020
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Acusados de matar Dr. Hedilon começam a ser julgados em abril em General Salgado

General Salgado – A justiça de General Salgado agendou para o dia 25 de abril o primeiro julgamento sobre o assassinato do médico oftalmologista votuporanguense Hedilon Basílio Silveira Junior, 50 anos. O crime aconteceu em junho de 2013, durante uma emboscada em uma propriedade rural daquela cidade. Foi marcado o júri de Alessandro Pires Mateus e Júlio Cesar Queiroz Monteiro.

Outros dois réus, Aparecido Dias Barbosa e Erika Patrícia Cruz, acusados de serem os mentores do crime, devem ser julgados em outra oportunidade. O julgamento de abril foi agendado pelo juiz Ricardo Palacin Pagliuso e terá início às 10h30. Quatro testemunhas devem comparecer ao tribunal no dia 25 de abril para prestar depoimentos.

Com relação ao réu Júlio, em fevereiro, foi homologado ao processo pela juíza Melissa Bethel Molina, que conduziu o caso, um laudo pericial de insanidade mental.

Além do homicídio contra o médico, os réus também respondem por acusações de cárcere privado e tentativas de homicídios de pessoas que estavam com Hedilon e no sítio dele quando a vítima alvo da emboscada. Se forem condenados por todos os crimes que foram indiciados, a pena poderá passar de mais de 30 anos para cada acusado.

 

Denúncia

Segundo a denúncia apresentada em 2013 pelo promotor de Justiça José Rafael Guaracho Salmen Hussain, os réus Júlio e Alessandro teriam sido contratados por uma quantia em dinheiro para participar do sequestro e execução do oftalmologista. Na época, o MP pediu a condenação dos réus por homicídio com os qualificadores de crime mediante a recompensa, por motivo fútil, em emprego de arma de fogo, por meio cruel e mediante a emboscada que dificulte ou torne impossível a defesa da vítima.

Os quatros indiciados também responderão três vezes pelo crime cárcere privado (um crime para cada refém). Com o agravante do artigo 71, que diz que a pena pode ser aumentada de um sexto a dois terços quando pratica dois ou mais crimes da mesma espécie. Os réus também foram denunciados por duas tentativas de homicídios dos reféns que foram amarrados e obrigados a pular em um rio.

 

O crime

Segundo o inquérito, a polícia apontou que Aparecido Dias Barboza e a companheira dele, Érika Patrícia Cruz, 33 anos, foram os mandantes do crime. A motivação seria um desacordo pelo arrendamento da propriedade rural onde Hedilon foi morto.

Eles teriam contratado Alessandro Pires Mateus e Júlio César Queiroz Monteiro para matar o médico. Mateus, acusado de efetuar os disparos com uma espingarda, confessou em depoimento que foi procurado pelo casal dias antes do assassinato e que teria recebido R$ 3 mil. Já Monteiro negou sua participação, mas segundo o delegado ele teria sido o responsável de ameaçar as vítimas com um revólver.

Além do tiro de garrucha no peito, o médico de Votuporanga foi morto por um golpe de facão na cabeça, que, segundo o delegado, foi desferido por Aparecido.

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