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quinta-feira , 19 março 2020
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Pai que matou dois filhos deve pegar ao menos 30 anos de prisão, acredita promotor

Rio Preto – De 30 a 50 anos de prisão. Este é o tempo estimado pelo promotor José Márcio Rossetto Leite para a pena do zootecnista Hugo Imaizumi que dopou e matou os dois filhos, de 3 e 4 anos, a facadas em São José do Rio Preto (SP) por causa de ciúmes que tinha da esposa. Hugo tentou se matar também, mas foi socorrido e sobreviveu.

O caso completou um ano no dia 25 de setembro e está aguardando o julgamento do júri popular. O G1 entrou em contato com a mulher do acusado, mas ela não quis falar sobre o assunto. O G1 não localizou o advogado de Hugo.

De acordo com o promotor, o prazo para este tipo de julgamento varia de um a dois anos devido à sua complexidade, por constituir duas etapas e por haver direito de o réu recorrer da decisão. José Márcio informou que não vai se posicionar sobre o caso por uma questão estratégica.

Atualmente, o acusado está na penitenciária Tremembé II, que é de segurança máxima, reservada para casos graves e especiais.

“Se este pai fosse levado para outra penitenciária, não consigo imaginar qual seria o destino dele. Nosso interesse é que ele seja condenado e cumpra a pena que será aplicada”, afirma o promotor em entrevista ao G1 nesta quinta-feira (28).

Entenda o caso

De acordo com informações do boletim de ocorrência, na madrugada do dia 25 de setembro, a mãe das crianças foi até a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Jardim Tangará e, desesperada, avisou a um dos guardas municipais que seu marido havia matado os dois filhos a facadas.

Os guardas foram até a casa com a mulher, onde encontraram o homem deitado na cama com as duas crianças. Conforme o registro policial, eles tentaram reanimar as crianças até a chegada do resgate, mas não conseguiram.

“Meus filhos estavam dormindo comigo no meu quarto, porque a gente já dormia separado, eles estavam vendo desenho e eu peguei no sono. Quando acordei, eles não estavam comigo. Senti algo estranho, fui abrir a porta do quarto, estava trancada, ninguém respondia. Dei a volta pelo quintal e abri a janela, aí vi a cena. Ele tirou todos os telefones e não conseguia ligar para ninguém. Corri até a UPA que tinha perto de casa e pedi ajuda”, contou a mãe, Juliana Paes, na época do crime.

Ao lado dos corpos a polícia encontrou uma carta, escrita à mão pelo zootecnista. No bilhete ele expressou decepção por uma suposta traição cometida pela esposa, que nega.

A mãe das crianças mortas disse, em entrevista, que o marido gravou o crime com o celular e mandou as imagens para a família.

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