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quarta-feira , 18 março 2020
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Presidente do TJD vê história mal contada do Mogi no “Caso de Suborno” envolvendo o CAV

Mogi Mirim – O presidente do Tribunal de Justiça Desportiva (TJD) da Federação Paulista de Futebol, Antonio Assunção Olim, o Delegado Olim, observa pontos mal explicados na denúncia do Mogi Mirim em relação a uma tentativa de suborno do Votuporanguense relativa à partida em que o Sapo foi derrotado por 2 a 0, no último sábado (1). “O presidente fala uma coisa, os jogadores falam outra. Está muita enrolada essa história”, resumiu, ao ser questionado.

A reportagem é do jornal O Popular, de Mogi. O estranhamento de Olim em relação à denúncia feita ao TJD está relacionado especialmente a um depoimento do presidente Luiz Henrique de Oliveira de que um homem grisalho, representando o Votuporanguense, teria ido ao hotel onde o Mogi Mirim estava concentrado e oferecido R$ 15 mil aos integrantes do time para que perdessem a partida.

Inicialmente, a denúncia apontava apenas mensagens enviadas via WhatsApp pelo então supervisor de futebol do Votuporanguense ao zagueiro Marcelinho, ex-jogador do clube de Votuporanga, oferecendo uma grana pela “entrega” da partida.
Uma cópia com as mensagens do supervisor, que acabou pedindo demissão do Votuporanguense em virtude do episódio, foi anexada ao processo. No entanto, a versão da visita ao hotel não foi confirmada pelos jogadores, segundo Olim.

“O presidente falou, os jogadores não”, colocou, lembrando ainda que outro ponto mal explicado é o fato de o presidente do Mogi não saber dizer quem é o homem grisalho que procurou os integrantes do time no hotel.
Desta forma, Olim entende ser o assunto de cunho policial e espera conhecer os resultados das investigações. Além da denúncia ao TJD, por recomendação da Federação Paulista, o Mogi registrou boletim de ocorrência na 5ª Delegacia de Polícia de Repressão e Análise aos Delitos de Intolerância Esportiva (Drade), em São Paulo.
Além do resultado das investigações, Olim aguarda um parecer do procurador geral para definir o andamento do caso. Na sessão do dia 10, o caso não irá a julgamento. Porém, neste dia, Olim espera dar prosseguimento ao assunto.
O POPULAR procurou o Mogi Mirim para falar sobre a denúncia da ida do homem grisalho ao hotel, mas não obteve resposta.
Em nota em seu site oficial, o Votuporanguense repudiou qualquer tentativa em seu nome ou através de terceiros de atos de manipulação de resultados e revelou ter aberto auditoria administrativa para apurar o caso internamente.

Diego Ortiz – Jornal O Popular Mogi Mirim

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