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quinta-feira , 19 março 2020
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Operação Repartição: Polícia Federal cumpre mandados de busca e apreensão em Votuporanga

Votuporanga – A Polícia Federal de Jales/SP deflagrou na manhã desta quinta-feira, (30) a Operação Repartição, que investiga suspeita de desvios de recursos vindos do governo federal, que foram distribuídos a todos os municípios brasileiros no último dia útil do ano passado. Entre as cidades alvo da operação, Urânia, Jales e Votuporanga.

Foram expedidos pela Justiça Estadual de Urânia/SP, 4 mandados de prisão temporária, 10 mandados de condução coercitiva e 7 mandados de busca e apreensão nas cidades de Urânia, Jales e Votuporanga/SP.

Segundo a PF, Francisco Airton Saracuza, ex-prefeito de Urânia/SP, no último dia útil de 2016 e último dia de mandato, autorizou expediente extraordinário no setor de RH da prefeitura. No sábado, dia 31 de dezembro, 12 servidores comissionados, de um total de 435 (entre comissionados, ativos e inativos), receberam aproximadamente R$300 mil reais. Nestes pagamentos suspeitos, pagos a apenas alguns assessores próximos ao ex-prefeito, foram indenizadas férias e licenças-prêmio de até sete anos de trabalho. A PF ainda confirmou que os beneficiados, em sua maioria, são filiados ao partido do ex-prefeito ou fizeram parte de sua coligação nas eleições de 2012.

Além disso, dois ex-assessores jurídicos receberam valores de acerto trabalhista de até R$ 62 mil reais. Os 12 servidores beneficiados com as indenizações trabalhistas também receberam os salários de dezembro, décimo terceiro e férias proporcionais. O mesmo não ocorreu com o restante dos funcionários, que ainda de acordo com a PF não receberam o salário do mês de dezembro e nem os valores relativos ao décimo terceiro.

O ex-prefeito F.A.S, os advogados F.A.P. e R.R.C.B. e o ex-diretor de RH do município de Urânia/SP, A.G.J., além dos outros 10 investigados que faziam parte dos servidores de confiança do ex-prefeito poderão responder, pelos crimes de desvios de verba pública, peculato e associação criminosa com penas que podem chegar até 25 anos de reclusão. Os presos, após serem ouvidos pela autoridade policial, serão encaminhados às Cadeias Públicas de Santa Fé do Sul/SP e Guarani d’oeste/SP, onde permanecerão à disposição da Justiça Estadual de Urânia/SP.

Operação Catatau
Esta não é a primeira Operação que investiga suspeita de desvios de recursos provenientes da repatriação na região. No final de fevereiro, a PF de Jales deflagrou a Operação Catatau, que prendeu o ex-prefeito, a ex-tesoureira e o assessor da Prefeitura de Dolcinópolis/SP em razão de desvios relacionados aos recursos da repatriação recebidos do governo federal. Todos os envolvidos continuam presos preventivamente aguardando julgamento.

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