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sexta-feira , 20 março 2020
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Às vésperas de completar 80 jogos pelo CAV, Paulo Henrique fala do amor pelo time

Votuporanga – Zagueiro, volante, lateral-direito. Em 80 jogos pelo Clube Atlético Votuporanguense, Paulo Henrique sabe o que é superar desafios defendendo as cores da Alvinegra. O jogador atinge a marca de partidas disputadas pelo CAV na próxima rodada da Série A2 contra o Batatais e crê na volta por cima do elenco para sair da incômoda zona de rebaixamento.

Em entrevista à Gazeta de Votuporanga, o atleta de 24 anos, natural de Cardoso, lembra da chegada ao CAV em 2014, quando atuou pela Série A3 e também na Copa Paulista. “O CAV se tornou meu time do coração. Terminei minha categoria de base com 20 anos na Ferroviária e fiquei desempregado. Naquele momento tinha parado com o futebol estava trabalhando em uma fábrica em Cardoso, quando o Paulo Ivaldi me trouxe para fazer uma avaliação. Hoje sou um atleta profissional, graças primeiramente a Deus, ao Paulão e nossa querida Votuporanguense. Por onde eu ir não tem como não lembrar do CAV, sempre estará comigo”.

Dos 79 jogos, momentos felizes e de dificuldades são lembrados pelo jogador. “O melhor momento é sem dúvida o acesso da Série A3 para a A2. Desde o instante após a vitória contra o Grêmio Osasco até a chegada a Votuporanga. A festa com a torcida, olhar lá de cima do trio e ver minha família aplaudindo, não tem preço. Esse momento teve o sabor de dever cumprido para mim, pelo fato de eu ter sido uma aposta da diretoria. Acabei atuando 21 jogos nesse campeonato, inclusive na partida do acesso”.

Já o jogo mais difícil, lembra PH, foi o da chegada dele ao clube na A3 de 2014. “Como zagueiro mais novo não tive oportunidades de atuar e me via impossibilitado de ajudar o CAV. Senti muito medo de acabar o campeonato sem poder mostrar meu trabalho e ficar desempregado novamente, mas Deus é bom. Recebi a oportunidade na última partida dada pelo técnico Marcelo Dias, contra o Noroeste. Vencemos por 2 a 1 com um gol meu e logo renovei com o clube”, lembra o jogador.

Mesmo atualmente a equipe não estando em um bom momento na tabela de classificação, Paulo Henrique sabe que dias melhores virão, com muita dedicação e trabalho. “Jogar pelo CAV traz um sentimento inexplicável, alegria ao extremo. Todo garoto tem um sonho de se tornar em um atleta profissional de futebol. Sai de casa com 14 anos para ir em busca do meu e completar essa marca de 80 jogos pelo clube é sinal que consegui realizar parcialmente esse objetivo”, completa o jogador da Votuporanguense.

Jociano Garofolo – Gazeta de Votuporanga (com a colaboração de Anderson Basso)

 

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