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quarta-feira , 25 março 2020
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Mãe de bebê morto é presa após 4 horas de depoimento e levada para cadeia de Nhandeara

São josé do Rio Preto – A mãe de Emanuella Maria de Souza Santos, bebê de 1 ano e quatro meses morto com sinais de violência física e sexual, foi presa na noite desta terça-feira, dia 7, após quatro horas de depoimento na Delegacia de Defesa Mulher, em Rio Preto. Aline de Souza Santos, de 19 anos, vai cumprir 30 dias de prisão preventiva na cadeia feminina de Nhandeara.

A criança morreu na sexta-feira, dia 3, na UPA da Vila Toninho. A equipe médica suspeitou de maus-tratos, já que Emanuella apresentava hematomas, e chamou a polícia. O laudo da necropsia feita pelo IML, divulgado na segunda-feira, 6, aponta para morte violenta e abuso sexual. Ainda no sábado, 4, os pais prestaram depoimento ao delegado Eder Galavoti, na Central de Flagrantes.

O pedido de prisão da mãe partiu da delegada Dálice Aparecida Ceron, da DDM, que enquadrou a jovem pelo crime de abandono de incapaz e negligência da filha. A solicitação foi encaminhada ao promotor da Infância e Juventude, André Luis Sousa, e assinada pela juíza da 5ª Vara Criminal de Rio Preto, Gláucia Véspoli dos Santos Ramos de Oliveira.

“A situação é muito grave porque a criança sofreu violência física bárbara e violação sexual. A mãe não forneceu elementos para esclarecer quem praticou a violência, por isso representei pela prisão dela”, explica a delegada. Para Dálice, a mãe negou ter praticado qualquer tipo de violência contra a filha, dizendo que ela morreu em decorrência de ferimento provocado por uma queda do sofá da casa da família no dia 13 de fevereiro.

A versão de que a criança sofreu acidente doméstico foi confirmado por documentação na Santa Casa, onde a menina ficou internada, mas a polícia descarta que a morte seja em decorrência deste episódio. “Pelo laudo do IML, os ferimentos que causaram a morte da criança foram provocados mais recentemente”, diz a delegada. Dálice suspeita que a mãe esteja tentando proteger o verdadeiro autor das agressões.

O pai da criança, o auxiliar de eletricista Emanoel Marques dos Santos também prestou depoimento, mas foi liberado. Porém, ele não está descartado pela polícia como suspeito. Para o Diário, Emanoel diz estar abalado com o que aconteceu, mas ele afirma que não sabe o que provocou a morte da filha. “Passo o dia todo trabalhando e a mãe é quem cuidava da menina durante o dia. Quando ela morreu fizeram exames em nós, mas não encontraram nada.

Não sei porque estamos sendo investigados”, disse o pai da criança, um auxiliar de eletricista de 19 anos. Casados há três anos, Aline e Emanoel são do Estado do Piauí e moram em Rio Preto desde o ano passado. A terceira pessoa chamada para depor foi Antonia Ribeiro de Sousa, 73 anos, vizinha e dona da casa em que mora a família, mas ela não conseguiu apontar o autor da agressão. (Diário da Região – foto Mara Sousa)

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